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Redes Sociais e seus utilizadores.


Para ter acesso completo aos dados da BI é necessário podem assinar a "Free Trial" contudo é partilhada a seguinte informação:

  • FACEBOOK: continua a ter maior inclinação para os jovens, contudo a facha etária de 45 a 54 anos viu um aumento de 45% desde o fim de 2012. Entre os utilizadores dos USA, 73% que têm rendimentos acima de $75,000 estão no Facebook (comparando com 17% que estão no Twitter). 86% porcento dos utilizadores do Facebook são de fora dos USA.
  • INSTAGRAM: 68% dos utilizadores são mulheres;
  • TWITTER: tem utilizadores jovens - 27% entre os 18 e 29 anos nos USA usa Twitter, quando apenas 16% anda entre os trinta e quarenta anos.
  • LINKEDIN: é internacional com inclinação para utilizadores do sexo masculino;
  • GOOGLE+: é, das redes sociais, com mais utilizadores masculinos. 70% são homens;
  • TUMBRL: muitos utilizadores teenagers e jovens adultos, interessados na expressão individual, mas apenas 8% dos utilizadores de Internet dos USA com rendimentos acima de $75,000 usa Tumblr.

UPDATE | Mudanças nas formas de promover e os novos opinion makers.


No último post falei do impacto de uma campanha da RAZOR/ORIGIN/SWIFTY. Vamos ver, passado este tempo, o impacto no número de seguidores/likes desde 2013/09/07-12h GTM+1 até agora 2013/10/06 - 18h (contudo o concurso terminou em 30th September 2013 11:59am PST), ou seja passado quase um mês.
Temos como principal "colector" de subscrições/likes foi a RAZOR, contudo em especial no Facebook a campanha pareceu funcionar muito bem. Talvez por parecer que este não era o canal principal de comunicação em especial da ORIGIN e do SWIFTY. Já para a RAZOR funcionou uma beleza em ambos os canais (Facebook e Youtube).
Temos de ter em atenção que as subscrições/likes representam a comunicação constante com um público que muito provavelmente virá a adquirir produtos e são de esperar novas subscrições/likes resultado destes. Por tudo isto parece uma óptima forma de promover este tipo de produtos. A taxa de recptividade da mensagem é comprovada se compararmos o número de visualizações com o número de subscrições/likes, vemos que na maior parte dos casos estes superaram as visualizações (claro que para ter conhecimento do concurso também tinhamos outras plataformas, como o site das marcas, números os quais não tenho acesso).

Mudanças nas formas de promover e os novos opinion makers.

Sempre vimos filmes e séries onde colocavam produtos no meio da acção, esta era uma forma mais indirecta de promoção, antigamente mais discretamente hoje em dia de uma forma mais óbvia. Os tempos mudaram, hoje quase ninguém vê os anúncios entre programas de televisão, porque podemos gravar facilmente os programas, ver na net, etc..., tudo isto, juntando o facto da boleia que as redes sociais podem dar, fazendo chegar mensagens a uma vasta audiência a baixíssimo custo (com o benefício que se a mensagem/conteúdo for bem seleccionado vamos atingir o nosso target através da porta de entrada que todas as marcas almejam, os amigos). Com todos estes ingredientes surge o produto final que parece inevitável, campanhas virais com product placement.




Talvez no futuro tenhamos séries de televisão que apresentem a visão de uma marca do mundo...em alguns posts no futuro vou continuar a mostar estas campanhas virais de product placement (na etiqueta MKT REMIX Vídeoteca).

Outra mudança é o surgimento de lideres de opinião diferentes do usual amigo de café, vemos lideres de opinião que podemos acompanhar e ver a influência que têm. Isto é o sonho das marcas que neste momento está subaproveitado, aproveitado apenas por aquelas áreas mais naturais como videojogos. Podemos ver o caso do MMORPG World of Warcraft e SWIFTY, este jogador começou por fazer simples vídeos em casas dele jogando, com o crescimento dos fãs foi tornando os seus vídeos mais elaborados, inteligentemente pensou nos pais e na sua principal preocupação os filhos saírem pouco de casa e a obesidade que pode estar associada, então começou a misturar os vídeos com desportos e vida saudável, o próximo passo? Patrocínio da RAZOR, mais recentemente da ORIGIN, com GIVEAWAYS e com excelentes prémios para o seu target como podem ver neste vídeo, em que exploram toda a potencialidade desta situação, para participarem e aumentarem as hipóteses de ganharem o "giveaway" (link na descrição do vídeo) podem:
  • subscrever o canal Youtube;
  • fazer um like na pagina da RAZOR, SWIFTY e ORIGIN PC;
  • partilhar no twiter;
  • partilhar no facebook.
Ora basta pensarmos que quem participa muito provavelmente terá amigos a quem isto também interessa, que resultados teremos? Na minha perspectiva resultados extraordinários com um investimento residual face ao retorno possível. E o melhor de tudo isto é que podemos controlar o resultado, até nós que estamos do lado de fora da campanha, ora vejamos o video foi colocado em 05/09/2013 vamos ver os "likes" e subscrições nas respectivas páginas (no momento de criação deste post o vídeo da campanha já tem 66.655 visualizações - 2013/09/07-12h GTM+1): 
Deixo os link’s para poderem acompanhar a evolução a cada momento e tirarem as vossas conclusões.

Uma das dificuldades que estes opinion makers têm tido é que quando passam a ser patrocinados perdem alguma da sua credibilidade e alguns dos seus fãs, normalmente os mais entusiastas, é vista como perda da "pureza" do mesmo. O segredo para gerir a coisa? Talvez como no product placement tentar não ser demasiado óbvio.

Nesta passagem da era da TV para a era da Internet aqui ficam duas notas para promover a sua marca:

  • Campanhas virais com "product placement", porque com product placement? porque as pessoas na maior parte das vezes não querem partilhar a marca mas sim algo que gostaram da qual aprenderam algo, se riram, que exprime a sua opinião... por isso não querem partilhar algo que começa logo a falar de si mesmo ou seja da marca, nunca gostamos dessas pessoas :)
  • Os novos "opinion makers" cuja influência pode ser medida e avaliada.






Super Bock é a marca com maior reputação em Portugal!


 

A terceira edição do Marktest Reputation Index revela que, para os portugueses, a Super Bock é a marca mais reputada.

Em 2013, os portugueses elegem a Super Bock como a marca mais reputada com um índice de reputação de 85.44%. Em segundo ficou a marca Nespresso, seguida da Sagres, TAP e SAMSUNG.

O estudo, realizado junto de uma amostra de 2000 indivíduos de 15 e mais anos, avalia seis indicadores: Familiaridade, Credibilidade, Imagem, Word of Mouth (WOM), Satisfação e Recomendação das marcas. É assim possível saber qual a marca mais reputada, qual a marca mais familiar, qual a marca de maior confiança e qual a que gera mais WOM.

A marca CTT assume-se como a mais familiar para os portugueses, logo seguida das marcas Continente e EDP.

Já a marca de cerveja Super Bock, lidera em 3 grandes eixos: Word of Mouth (é a marca sobre a qual ouvem falar de uma forma mais positiva), Confiança e Imagem.

A marca Nespresso é a que lidera o ranking da satisfação e da recomendação.

Entre as 10 marcas do top, seis são portuguesas (Super Bock, Sagres, TAP, Rádio Comercial, Continente e RFM). Por sectores, as cervejas, electrodomésticos e rádio colocam duas marcas cada neste top 10.
Notícias do Grupo Marktest  , Grupo Marktest, 23 Julho 2013

Publicidade nos diferentes meios de Comunicação!



Four consumer segments

Slow Bons Vivants- print users, digital media are associated with hectic working life, print ads are very trustworthy and useful; 
Busy Mix-and-Matchers- easily shift between digital and print media, appreciate print media, trust the advertising in newspapers and magazines;
Tolerant Surfers- more digital media users, positive attitude towards print media, do not trust advertising on the Internet and in social media as much as printed ads;
Youthful Digilovers- digital users, see no benefits in the use of print media, put more trust in ads in magazines and newspapers than the ones on the Internet and TV.

Link para estudo completo. 

5 milhões de internautas em Janeiro!



"Em Janeiro de 2013, 5098 mil portugueses com 4 e mais anos navegaram na internet a partir de computadores pessoais, de acordo com os resultados do Netpanel da Marktest.
Neste mês, foram visitadas 7,6 mil milhões de páginas, tendo cada utilizador visto, em média, 1500 páginas.
Em número de horas, a navegação mensal superou os 92 milhões, tendo cada utilizador despendido 18 horas e 10 minutos na Internet.
Estes valores contemplam já a nova actualização de Universos do Netpanel, que ocorre anualmente tendo como referência os dados do seu estudo de base, o Bareme Internet. Veja nota técnica sobre a actualização do Universo Netpanel.

Na lista de domínios com mais utilizadores únicos, o google.com sobe à liderança, com 4561 mil indivíduos, seguido do facebook.com, com 4223 mil utilizadores únicos e do google.com, com 3982 mil utilizadores únicos.

Quanto a páginas visitadas, a lista dos domínios com mais visualizações mantém-se encabeçada pelo facebook.com, com 1453 milhões de páginas visitadas, seguido do google.pt, com 617 milhões. O youtube.com sobe à terceira posição, com 377 milhões de páginas.


A análise tem como base informação do Netpanel da Marktest, um serviço que analisa o comportamento dos internautas portugueses a partir de um painel de utilização doméstica."
in Marktest 

5 empresas que melhor usam as redes sociais!

Ainda a dar os primeiros passos o uso das redes sociais e da informação que nelas circula temos uma marca em primeiro lugar que não seria de esperar pelo tipo de produto que comercializa...



"São Paulo – A consultoria Vivaldi Partners publicou um estudo que mostra quais são as empresas que melhor se promovem nas redes sociais. O desempenho foi estimado pela chamada “social currency”, que a consultoria considera o grau de prestígio que cada empresa possui na internet, por meio de visitas, repercussões e compartilhamentos. Saiba quais são as companhias quem mais fazem sucesso entre os internautas."
in Exame.com 

Alterações de Consumo em Portugal.

"Cinco anos volvidos, continuamos a apostar nesta single source data como a melhor forma de compreender o consumidor português, mas também como uma ferramenta que nos permite acompanhar tendências, alterações de hábitos e comportamentos dos portugueses, indo ao detalhe da marca e cruzando com outro tipo de informação: Lifestyle e consumo de media.
Uma análise dos dados disponíveis no TGI para os últimos cinco anos permite-nos conhecer o que mudou no consumo dos portugueses, análise que se torna mais relevante numa conjuntura de crise como a que caracteriza o momento actual.

Na esfera do consumo alimentar, observam-se quebras no consumo de determinadas categorias de produtos, como é o caso dos refrigerantes, bombons, bebidas energéticas ou águas com sabores:

E se nos fixarmos no plano das atitudes e comportamentos de compra, são evidentes as alterações de consumo:
Reduz-se de forma acentuada o grupo daqueles que consideravam que valia a pena pagar mais por produtos de qualidade, bem como a percentagem daqueles que referiam que valia a pena pagar mais por produtos biológicos;
Pelo contrário, aumenta a percentagem dos que preferem procurar sempre os artigos com os preços mais baixos, como também aumenta a percentagem dos que declaram fazer habitualmente compras em outlets.

Do ponto de vista atitudinal e comportamental, são visíveis alterações no mind-set do consumidor português, que não é alheio à conjuntura e procura adoptar comportamentos mais racionais, mais ajustados a uma realidade económica e social particularmente adversas:
Diminui o número daqueles que declaram realizar compras por impulso;
Diminui a percentagem daqueles que declaravam comprar roupa a cada nova estação, bem como dos que mencionavam gastar muito dinheiro neste tipo de artigos;
Em contrapartida, aumenta o número dos que declaram utilizar vouchers e talões de desconto, bem como dos que procuram sempre as ofertas promocionais.

O paradigma do consumo em Portugal tem vindo a mudar, no sentido de se ajustar a uma nova realidade particularmente difícil para os consumidores, mas também para as marcas, os anunciantes, os meios, o mercado da publicidade; no fundo, para toda a economia do país e da Europa.
O consumidor português não é indiferente à conjuntura, pelo contrário: aumenta o número daqueles que passaram a dar particular atenção às páginas de economia dos jornais que lêem.

Mas a retracção no consumo é visível, estejamos a falar de produtos de grande consumo, de lazer ou cultura: a compra de livros e DVD´s é exemplo disso, mas também são exemplo as quebras sentidas na restauração, noutros locais de lazer, para já não falar na progressiva substituição, nalgumas categorias alimentares e de higiene pessoal e do lar, das marcas de fabricante pelas marcas próprias de distribuição:
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in Marketest

CRM social ainda fora do radar das empresas portuguesas.

Será que o facto de alguém dizer no Facebook que vai de férias vai continuar a escapar a uma oferta imediata das seguradoras de seguros de viagem? Os comerciais ainda terão de ir ao escritório para reuniões frequentes para se coordenarem e darem feedback das visitas? Parece que não...

"Conquistar novos clientes e conhecer as suas preferências e gostos, para conseguir manter a sua lealdade e garantir a qualidade do suporte pós-venda, são necessidades efectivas das empresas, que enfrentam cenários cada vez mais competitivos, uma vez que os smart shoppers tomam cada vez mais decisões baseadas no preço e nas recomendações de amigos, afastando-se dos tradicionais conceitos de confiança e lealdade às marcas.


Muitas destas tendências passam hoje em dia pelas redes sociais, onde se discutem produtos e serviços, e onde as recomendações assumem um papel cada vez mais preponderante nas tendências de compra. As empresas estão bem cientes destas transformações, mas muitas tardam ainda em adoptar o conceito como forma de transformação do seu relacionamento com o cliente, e naturalmente das ferramentas de relacionamento com os clientes (CRM).


«Embora a maioria das empresas portuguesas queira saber mais sobre o que são e quais as melhores práticas de CRM social, na maioria das situações pouco mais avançam na implementação de qualquer projecto», explica Diogo Andrade, director da Microsoft Business Solutions. Há porém excepções em empresas com alguma dimensão, em empresas com projectos de internacionalização e até em pequenas empresas com nichos de mercado muito específicos, que já estão a utilizar o CRM social para implementar estratégias de customer experience management, mesmo que apenas em projectos muito compartimentados.


A mesma visão é partilhada por Fernando Dias, sales consulting senior manager da Oracle Portugal. Apesar de as empresas estarem a adoptar conceitos na área do social, essa adopção não está ainda materializada em processos de CRM, reconhece este profissional. «Digamos que neste momento as empresas têm estado a aprender a navegar num mundo que não é controlado por elas, mas sim pelos clientes. Desse modo, aquelas que conseguirem fazer a transição para o CRM social mais rapidamente terão benefícios acrescidos, uma vez que o mundo social é ávido em novidade, liderança e fidelidade», alerta.


Hoje em dia, os contactos com os clientes alargam-se a novos canais, assumindo o Facebook, o Twitter e o LinkedIn um peso crescente face ao e-mail e ao telefone nos contactos comerciais e também de acompanhamento de respostas a questões, assim como para aferir a satisfação dos clientes ou para monitorizar os impactos de avaliações negativas, com a possibilidade de reacção rápida.


Segundo os últimos dados da Marktest, os portugueses passam em média 88 minutos por dia nas redes sociais, sendo o período mais activo o pós-laboral.


«Há efectivamente muito a lucrar em trabalhar esta vertente emergente do CRM, pois vivemos numa época cada vez mais social», reconhece Céu Mendonça, directora comercial da PHC, que acredita ser esta uma das tendências do ano e que identifica uma adesão crescente ao CRM social, com diferentes dimensões, que vão desde uma experiência mais personalizada, ao contacto comercial com um conhecimento mais alargado, mesmo social.


A IDC elege também a tendência de integração de ferramentas sociais como uma das que terão maior impacto no crescimento do CRM em 2013. Num mercado europeu quase estagnado, o CRM e as soluções de colaboração estão a dar um impulso importante à área de software. A Gartner estima que o volume de facturação mundial nesta área tenha ultrapassado os mil milhões de dólares em 2012, representando 8% do investimento em CRM.

Preparar terreno


A antecipação da tendência de desenvolvimento do CRM social fez com que as empresas que comercializam soluções de relacionamento com os clientes investissem fortemente nesta área no último ano, transformando as suas ofertas para integrar ferramentas de análise e acompanhamento das redes sociais. A Salesforce comprou há cerca de um ano a Buddy Media, um especialista em marketing social, investindo 689 milhões de dólares (cerca de 520 milhões de euros). A Radian6 também de juntou ao portefólio de aquisições, por um valor mais modesto, 326 milhões de dólares (cerca de 246 milhões de euros).


A Oracle abriu igualmente os cordões à bolsa e juntou à sua lista a Collective Intellect, uma empresa de social intelligence cuja tecnologia está a ser usada para reforçar a oferta de soluções de CRM da empresa.
Outras optaram por desenvolvimento interno, a que juntaram valências de aquisições, como acontece com a Microsoft, que integrou no Dynamics CRM funcionalidades nesta área e incorporou a rede social empresarial Yammer, comprada no ano passado por 1,2 mil milhões de dólares (aproximadamente 905 milhões de euros).


A Quidgest está também a desenvolver um protótipo que integra o CRM numa plataformaonline multicanal, que permite funcionar como um sistema de gestão integrada de relações não só a nível externo (clientes, parceiros, fornecedores), mas também a nível interno (colaboradores), explica Luís Santana, coordenador de Projectos Especiais & Gestão Estratégica.


O CRM social e o costumer experience manager são já pilares fundamentais da oferta SAS para gestão integrada de marketing, incorporando motores de recolha de informação da Internet e redes sociais, classificação de informação não-estruturada e algoritmos avançados para tradução desta informação em sentimento, assim como um conversation center para responder, em tempo real e de acordo com o contexto, ao que acontece nestas redes.


Em simultâneo, as soluções de costumer experience da empresa têm evoluído para cobrir várias funções de análise e medição da experiência e sintetização da actividade em indicadores que permitam ao marketing afinar a sua actividade e processos.


Do mesmo modo, a Sage está a fazer mudanças na sua oferta de CRM. A empresa acaba de vender duas soluções nesta área, o Sage ACT! e o Sage Sales Logix CRM, a uma empresa de e-mail marketing chamada Swiftpage. O objectivo é racionalizar o portefólio, focalizando-se no negócio, já que a empresa pretende centrar-se no negócio core – disponibilizando contabilidade, ERP, salários e produtos relacionados para os clientes, desde o segmento das startups até às empresas de média dimensão.


Nesse sentido, a Sage vai manter a solução CRM global, o Sage CRM, que está agora a ser lançado em Portugal, refere Rui Nogueira, business unit manager de Médias e Grandes Empresas da Sage Portugal.

Conhecer melhor o cliente


A evolução de uma mera relação transaccional para uma relação emocional entre o cliente e a marca ou a empresa, com o consequente efeito na lealdade, é uma das promessas associadas ao CRM social.


«Cada vez mais é importante vender não apenas um produto mas acima de tudo uma experiência. Para que isto seja possível, é necessário ter uma visão e um conhecimento completos dos clientes, não apenas da relação comercial que tem com a empresa, mas também de quem o cliente é como pessoa. Neste momento esta informação está ao alcance das organizações, mas reside, na maior parte dos casos, em sistemas separados. O desafio é integrar esta informação, cruzá-la e depois obter indicadores que possam servir de suporte às estratégias de produto, posicionamento da marca e abordagem ao cliente», explica Vítor Pereira, business developer da Gfi Portugal


Além de poderem ouvir os clientes através das diversas plataformas onde este comunica os seus interesses e experiências relativos a produtos e serviços, as empresas têm a possibilidade de usar uma informação mais personalizada nas suas ofertas, com maior contextualização e direccionamento. Uma seguradora pode saber, por exemplo, que o seu cliente está prestes a aumentar a família ou prepara uma grande viagem, tendo a possibilidade de lhe oferecer um produtos complementar ao seguro de vida.


Este cruzamento de informação gera porém volumes de informação e obriga as empresas a responder em tempo útil, identificando os pedidos e oportunidades entre muita informação e conversas que passam pela Internet, reconhece Diogo Rebelo,CEO da DRI. «Em muitos aspectos, a gestão da informação ou do conhecimento vai ser um factor diferenciador para as empresas; as que melhor souberem tirar partido da informação serão empresas de sucesso», avisa o CEO da DRI.

Mobilidade e cloud em transformação


A área de costumer relationship management não poderia ficar imune a duas das grandes tendências do sector das TI, com a disponibilização das soluções na nuvem e a oferta de componentes de mobilidade. A Primavera BSS é uma das software houses portuguesas que têm investido nesta área e o seu CRM está já disponível em modelo de cloud, explica Idalina Sousa.


A Gartner estima que em 2013 a oferta de soluções em modelo de cloud, em software as a service (SaaS), deverá crescer para 40%, atingindo os 50% em 2016, crescendo três vezes mais depressa do que os modelos de CRM tradicionais E a área da mobilidade também se apresenta como promissora para as vendas, com um crescimento de 500% até 2014.


«As vantagens das soluções na cloud e em modelo de mobilidade começam a tornar-se incontornáveis, e conseguimos perceber cada vez mais essa preocupação nos nossos clientes», justifica Vítor Pereira. O business developer da Gfi Portugal lembra que é de importância vital que uma equipa comercial que passa muito tempo no cliente disponha de acesso ao sistema de CRM.


«A flexibilidade que uma solução software as a service como o Dynamics CRM Online traz, e principalmente a ausência de investimento inicial ou custos com infra-estruturas on premises, é cada vez mais relevante no contexto económico em que o país se encontra, e como tal faz parte da nossa oferta», acrescenta.


Na PHC, a conjugação do módulo de CRM no PHC FX oferece as ferramentas de apoio ao cliente em solução de serviço, alojada na cloud, com utilização via browser, e no futuro integrará uma componente de CRM social, explica Céu Mendonça. «Na área de mobilidade possuímos o módulo PHC CRM, que permite fazer a gestão de todas as acções de CRM na Internet.


Através da Web, as empresas podem gerir o dia-a-dia da força de vendas, de forma a focalizar toda a sua actividade no cliente, o que vai aumentar a capacidade de resposta às leads da empresa e gerar mais negócios.» As empresas podem, em qualquer lugar, consultar rapidamente a informação sobre um contacto, consultar as comunicações efectuadas com o contacto e com as respectivas pessoas e fazer a gestão de marcações na agenda de cada comercial, entre outras actividades.


As empresas usam cada vez menos os desktops e optam pelos portáteis, tablets e smartphones e a utilização de soluções de CRM em mobilidade tornou-se uma necessidade a que as software houses responderam de forma rápida, facilitando processos para acesso e actualização de dados on-the-go.


Mesmo assim, a adopção está a ser faseada. André Melo, business development leader de marketing e costumer intelligence do SAS Portugal, afirma que «está ainda em testes na maioria das grandes empresas», revelando o seu potencial a médio prazo. «Quando falamos de mobilidade, estamos a falar de meios extraordinariamente versáteis e cómodos para o cliente (individualidade, proximidade e possibilidade de interacção a qualquer momento e em qualquer local), conjugado com o facto de serem formas de contacto baratas para as empresas», explica."

in Semana Informática 

DMP

Two in five marketers worldwide using a DMP

Today’s marketers aren’t just keeping up with the latest platforms and tactics, they must also manage a seemingly exponential amount of advertising- and customer-related data.

Consulting firm Radar Research, commissioned by data management platform (DMP) provider BlueKai, found in November that 40% of marketers worldwide were turning to DMPs to help them harness the vast amounts of marketing data.

DMPs are digital repositories that marketers, media buyers and publishers use to house and organize a variety of data assets, both first- and third-party, traditional and digital. DMPs also offer the ability to quickly organize and analyze the data for campaign reporting and optimization.

Improved return on investment and data targeting were the most common reasons marketers said they used a DMP. Efficiency also played a role in DMP usage: 46% utilized DMPs for greater audience analytics, 28% for multi-person usage and reporting, and 25% to automate the planning and buying process.



These findings were also echoed in September data from consulting firm Winterberry Group and the Interactive Advertising Bureau (IAB) that showed ad targeting and automation as top benefits of DMPs. In addition, 83% of respondents said the move toward more audience-based buying—something DMPs can help to facilitate from an audience identification and targeting standpoint—was also a significant factor contributing to US marketers’ interest in DMPs.



As consumer’s media usage continues to diversify and new and emerging marketing and advertising platforms seemingly pop up daily, DMPs and other “Big Data” tools and technologies are gaining importance within the marketing community. A good portion of respondents were spending more than 5% of their total marketing budget on such tools and initiatives; 36% spent 5% or less.



The study suggested that among those not devoting significant resources to these efforts, limited investment on data-driven initiatives had little to do with lack of interest in DMPs and other data management tools. Limited budget and manpower kept most marketers from using a DMP. In addition, about a quarter (24%) of respondents abstained from DMP usage given the perceived immaturity of the digital marketing space. Twenty percent already had their own data management infrastructure.

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Check out today’s other articles, “Samsung Supplants Nokia as World's Mobile Winner ” and “Privacy Concerns Emerge for Social Media Users in India.”
Read more at http://www.emarketer.com/Article.aspx?R=1009561#5LYmoShM8fokregj.99


Marcas do mês nos social media.

Marcas do mês nos social media em Portugal:

"Em Outubro o serviço Social Media Explorer do Grupo Marktest contabilizou cerca de 1,9 milhões de menções às marcas, personalidades e eventos monitorizados pela empresa.
Na liderança esteve Brasil, que recolheu 6.9% das menções encontradas no Facebook, Twitter, Blogs, Youtube e Notícias RSS. Benfica ficou na segunda posição, com 6.4% do total de menções eSporting ocupou a terceira posição, com 4.9% deste total.Os outros temas do mês foram Austeridade (em 4º, com 3.1% do total de menções), Porto (em 6º, com 2.4%) e Manifestação (em 7º, com 2.4%).
A Apple foi a primeira marca comercial, responsável por 2.4% do buzz mensal (em 8º), enquanto aRTP foi a marca comercial portuguesa com mais menções, responsável por 2.3% do total do mês (em 10º).
Entre as marcas comerciais mais mencionadas nas redes sociais, estão este mês a Caixa Geral de Depósitos (3ª no ranking de marcas e 15ª no ranking geral), a Renault (4ª e 16ª) e a Google (5ª e 19ª).
Destaque ainda este mês para o programa da TVI, Casa dos Segredos, que ocupou a 12ª posição no ranking geral e que obteve 1.7% das menções que circularam nas redes sociais em Outubro.
Entre as personalidades analisadas, Passos Coelho foi a mais mencionada nestes sites este mês (em 5º no ranking geral, com 2.9% do total de menções), seguido de Angela Merkel, Cavaco Silva,Cristiano Ronaldo e Vítor Gaspar.
Em Outubro, o Facebook foi responsável por 81% das menções nas redes sociais, tendo-se aí contabilizado mais de 1,5 milhões de referências aos assuntos monitorizados, enquanto no Twitter foram encontradas 10% das menções e nos outros meios em análise 8%."
in Marktest 

Touchpoints (E-mail)

Um Webinar interessante sobre Touchpoints com o consumidor digital:




Em jeito de resumo alguns slides com informação interessante sobre utilizadores dos USA em 2011:




"As pessoas tem tendência em dizer sim [relativamente à recepção de comunicações das marcas] quando têm controlo [de aceitar ou não essas comunicações]."


Conclusões:





Técnicos Especializados ou Pequenos Proprietários ouvem mais rádio.



Através do estudo Bareme Rádio, da Marktest, é possível conhecer os hábitos de audiência de rádio em Portugal.  Os indivíduos cuja ocupação é Técnicos Especializado ou Pequenos Proprietários e os Quadros Médios e Superiores, destacam-se relativamente aos restantes.

A análise dos dados do Bareme Rádio, da Marktest, no primeiro trimestre de 2012, relativos à percentagem de indivíduos que disse ter ouvido rádio na véspera, mostra que a ocupação é a variável mais discriminante, uma vez que é a que revela maiores diferenças de comportamento entre os indivíduos (medidas pelo desvio-padrão). Os consumos de rádio também apresentam comportamentos diferenciados por idade, classe social e género. A região é a variável menos determinante, com um comportamento mais homogéneo no país.

Segundo os resultados do Bareme Rádio para o primeiro trimestre de 2012, 57.3% dos residentes no Continente com 15 ou mais anos afirmou ter ouvido rádio na véspera.

Os técnicos especializados e os pequenos proprietários e os quadros médios e superiores são os targets que observam maior afinidade com a rádio, com 76.2% e 75.4% de audiência acumulada de véspera, respectivamente. Entre as idades, os indivíduos dos 25 aos 34 anos são os que mais ouvem rádio (74.0%), enquanto por classe social são os indivíduos da classe Alta que mais contactam com o meio (73.6%). Por género, são os homens que registam maior afinidade com o meio: 66.1%. Os residentes nas regiões da Grande Lisboa e Grande Porto também apresentam valores acima da média com uma afinidade de 62.8% e 62.4% respectivamente.


As domésticas, os reformados e pensionistas, os indivíduos com mais de 64 anos, bem como os indivíduos pertencentes à classe social baixa, são, pelo contrário, os que evidenciam hábitos de escuta de rádio abaixo da média do universo.




in GrupoMarktest